Para refletir: A religião Jedi

Para abrir esse post, vou citar uma notícia que uma das minhas fontes menos confiáveis, o Vitão, me passou outro dia:

"Britânico 'Jedi' acusa desrespeito à religião por ter que tirar capuz

Um jovem britânico que se declara seguidor da religião Jedi disse que um supermercado do país discriminou sua religião ao pedir que ele deixasse a loja por estar vestindo um capuz. O britânico Daniel Jones, do País de Gales, diz ter fundado sua própria versão da religião Jedi, inspirada na série de filmes Guerra nas Estrelas."

A notícia completa você vê em http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2009/09/19/britanico+jedi+acusa+desrespeito+a+religiao+por+ter+que+tirar+capuz+8542913.html


Afinal, o que é uma religião? De acordo com a Wikipédia, religião é "
prestar culto a uma divindade". Por exemplo, católicos prestam culto a Deus e santos, protestantes prestam culto a Deus, umbandistas prestam culto a divindades de nomes estranhos e jediístas prestam culto a Obi Wan.

Fazendo uma análise dos fatos, não é algo tão estranho assim, afinal, assim como Deus (ou pelo menos o que dizem sobre ele), Obi Wan também tinha poderes, fez coisas legais e lutou contra o mal.


Sobre a religião propriamente dita: A religião Jedi vem ganhando espaço com a globalização e a cada vez maior popularização da série Star Wars. Os seguidores devem se vestir como os personagens do filme, com capas e capuzes, e seguir todo um conjunto de valores, semelhantes aos mostrados na série, além de adorar a Obi Wan como divindade maior.



Os números: Em um censo realizado em 2001, o Reino Unido registrou aproximadamente 390 mil seguidores da religião, 70 mil na Austrália, 53 mil na Nova Zelândia e 20 mil no Canadá.
Junte-se ao jediísmo você também!



Reflitam.


Top 5: Vilões fodas

Vilões. Se não fossem os vilões, não existiriam filmes de ação, risadas sinistras, cenas memoráveis do cinema, nem ao menos heróis. Resumindo: os vilões, apesar de serem maus (não vejo nada de ruim nisso), são um dos pilares da sociedade. Pensando nisso, decidi criar esse primeiro Top 5.


#5: Ivan Drago (Rocky IV)




















Interpretado pelo ator alemão (ou pelo menos tem cara de alemão) Dolph Lundgren, Ivan Drago é um boxeador soviético, o cara mau de Rocky IV. Como o filme foi lançado em plena Guerra Fria, tinha que ter uma propaganda anti-comunista, afinal os comunistas são satânicos, comedores de criancinhas e maus. O que aconteceu foi o seguinte: Drago matou o melhor amigo do Rocky, Apollo, em pleno ringue, e, sem demonstrar sentimento algum (como os soviéticos fazem, afinal, eles não têm sentimentos), ficou por isso mesmo. Rocky, o lutador pobre e batalhador, começa a treinar até não agüentar mais pra conseguir vingar seu amigo capitalista do bem, morto pelo comunista do mal e de cabeça torta.

#4: Coringa (Batman)














Não quero ser mais um desses clichezentos que ficam homenageando o Heath Ledger e idolatrando-o porque morreu, estou aqui homenageando o personagem, não o ator (:

Pra começo de conversa, o Coringa, desde sua aparição tem sido o vilão que mais deu trabalho ao Batman, na minha opinião o melhor herói encapado de todos. Matou a mulher de quem o Batman tava a fim, transformou o segundo maior herói de Gotham em vilão, fudeu a cidade toda e, pra variar, não tem valores morais (não diga...).

Coringa é o criminoso que todo policial Rambo gostaria de ter.

#3: Albert Wesker (Resident Evil)





















Wesker é do tipo de cara que você vê e diz: "FILHA DA POOAT!". Por que? Porque ele traiu seus companheiros sinistramente, fingia ser bonzinho, quando, na verdade, foi um dos responsáveis pelas desgraças que deram luz à serie Resident Evil.

No quinto jogo da série, ele aparece novamente, e você diz "FILHA DA POOAT!" novamente. Mas porque ele é um cara foda. Foda a ponto de deixar o jogador com bastante raiva. Primeiramente, ele espalha uma parada foda pela África, que deixa os habitantes zumbificados, semelhante ao quarto jogo da série. Segundamente porque ele seqüestra a antiga parceira (e protagonista do RE3) do Chris, Jill Valentine, faz com que ela fique do mal e trabalhe pra organização do mal. Terceiramente, porque as batalhas contra ele são bem chatas too.

#2: Liquid Snake (Metal Gear Solid)





















Antes de qualquer coisa, se você nunca jogou Metal Gear Solid, você é um mero mortal e deve jogá-lo.

O primeiro jogo da série (Metal Gear Solid, não confunda com Metal Gear, dos anos 80) mostra Solid Snake (Cobra Sólida, WTF) que tem que investigar uma base militar no Alaska e trazer de volta personalidades da indústria de armas que foram seqüestrados e levados para lá. However, ao longo da história, Solid Snake descobre que tem um gêmeo do mal, Liquid Snake, chefe da FOX-HOUND, unidade militar que importuna o jogador o jogo inteiro com seus representantes superpoderosos.

Sobre Liquid Snake: Liquid Snake foi, juntamente com Solid Snake e, alguns anos depois, Solidus Snake (o vilão do MGS2), resultado do projeto Les Enfants Terribles, que consistia em clonar um supersoldado, Big Boss, e ver no que dava. O que deu foi que três filhos problemáticos nasceram: dois do mal e um do bem. Resultado disso foi a treta mais memorável dos video games.

O que faz Liquid Snake ser foda?
Ele simplesmente não morre. No primeiro confronto direto com ele, ele está em um helicóptero, que você tem que destruir. Legal, você explode o helicóptero, ele cai no chão e explode, tudo bem até aí. Só que, momentos depois, ele aparece vivão, inteirão, e toma controle da Metal Gear, um robozão temço que tem capacidade de lançar mísseis nucleares. Você enfrenta a Metal Gear, e, quando pensa que destruiu o negócio, o cockpit abre e você tem a oportunidade de mandar mísseis Stinger diretamente em Liquid. Você vai e enche a cara dele de mísseis, e acha que ele morreu. Só que ele não morreu, e, novamente você tem que enfrentá-lo em uma luta mano-a-mano em cima da Metal Gear destruída. Você o derrota novamente, e ele cai da Metal Gear, o que é uma altura considerável. MAS ELE AINDA NÃO MORREU. Então começa uma perseguição automobilística, na qual você destrói o cara com uma metralhadora que fica no seu carro. Nada ainda. Então, no final da perseguição, os carros capotam, o do Liquid cai bem em cima dele, que fica com metade do corpo pra fora, e, após gritar "FOOOOOOX" e Solid responder "...die", TÃ-DÃ!...


...ele não morre. Brimks, morre sim.

Mas ainda não acabou!

Revolver Ocelot, que tem sua mão decepada em MGS1, recebe a mão do já finado Liquid Snake para que seja implantada no lugar. O que aconteceu foi que Liquid, de uma forma sobrenatural, possuiu Ocelot e "ressucitou". Só morre dois jogos e vários anos depois (:

#1: Darth Vader (Star Wars)





















O primeiro lugar desse Top 5 tinha que ser do vilão que marcou minha infância (eu tinha medo dele, a propósito) e ainda marca minha adolescência. Trata-se do vilão mais vilão de todos, o mais foda, o mais heavy metal e o que tem a roupa mais legal.

E o que o torna foda?
O fato de ele ser quem é já o torna foda. (:

Nada mais a declarar.

Para refletir: Conheçam a banda Ritual

Estava eu em minhas visistas diárias no site eu-ri.com (que, se você ainda não tiver visto, eu ordeno que veja), quando vi um post novo, falava sobre a pior banda do mundo, uma banda de black metal brasileira chamada Ritual. Me interessei e fui ver o vídeo que tinha no tópico, uma apresentação ao vivo da banda.

[ironia]Me interessei de cara pela bateria infinitamente precisa, a guitarra distorcida nas medidas certas, o baixo muito bem audível e, acima de tudo o vocal digno de um tenor do mestre do metal, Mentor (é o nome do vocalista, só pra constar).[/ironia]

Pra começar, a música se chamava Senhor das Trevas, mas o indivíduo, sabe-se lá por que, falou Senhor da Eternidade. O cara pra errar o nome da própria música tem que ser bem foda.

Outra: as letras das músicas não fazem sentido algum. Recomendo ver o vídeo e o canal do Mentor no YouTube, e você também vai concluir isso.
...se entender as letras.





É bom ressaltar: a banda existe desde 1986.

Brinde: http://www.youtube.com/watch?v=cEhwlfH7oU4&feature=channel_page



Reflitam.



Aleatório: Homenagem a Dave Mustaine

Estava eu vasculhando por lugares inúteis da internet (como o site oficial do Megadeth no Brasil), e me deparei com uma notícia devastadora: Mustaine: "Só mais um disco e eu me aposento".

Vi aquilo e minha reação não foi das melhores. Sei lá, agora que Megadeth é minha banda favorita, saber que ela vai acabar depois do próximo CD não pode ser bom. E digo com certeza que ela vai acabar, porque Mustaine é o Megadeth, ou seja, sem Mustaine, sem Megadeth. Tendo isso em vista, decidi criar esse post, em homenagem ao nosso querido David Donald Duck Mustaine, um dos mártires do rock'n'roll.



Tá aí a homenagem, divirtam-se.

Sobre o vídeo: Na minha opinião, a melhor performance de Tornado of Souls já feita pelo Megadeth (com a formação do Rust in Peace, a melhor de todas, é bom ressaltar) e postada no YouTube. Vídeo memorável.

Para refletir: YouTube Poop

Em uma linda noite de tal dia da semana, estava eu no MSN, fazendo alguma inutilidade, quando meu amigo, Nicolas, me chama e me manda um vídeo de Yu-Gi-Oh. Comecei a ver o vídeo, o negócio travava toda hora, apareciam uns barulhos estranhos e efeitos visuais distorcidos, além de sons "remixados" (palavras trocadas e censuras fora do lugar pra dar duplo sentido, como baralho/*ralho). Só sei que achei o vídeo genial e decidi procurar outros iguais nos vídeos relacionados, e foi na hora: viciei.

Eu, como fã de humor random, assisti a todos os YouTube Poops que via pela frente (até os ruins, que também eram engraçados), e mandava pros meus amigos cool (os uncool não achavam graça).

Mas aí você me pergunta: WTF é um YouTube Poop?
Aí eu te respondo: No YouTube Poop, um artista loki das dorgas pega um episódio aleatório de alguma série, desenho, ou parte de filme (os mais usados são Chaves e animes aleatórios), que não é tããão engraçada assim, e o deixa engraçado de um jeito random. Para isso, o cara pode inserir efeitos visuais toscos, sons altos, inserir palavrões ou bordões (como "MAIS DE OITO MIL!", "PINGAS!", o inexpressivo "porra", "fracassado" e muitos outros), trilha sonora que não encaixa, etc.

Tendo isso em vista, recomendo a você, senhor leitor ou senhora leitora, que tome conhecimento dos tais YouTube Poops. Para isso, recomendo o canal de Pedro Avanzi (http://www.youtube.com/user/PedroAvanzi), na minha opinião o maior gênio de humor random do Brasil, do mundo, do universo, do Panamericano.


Reflitam.


Para refletir: Bebidas de acordo com o estilo de música

Seguindo a mesma linha do famoso "O rock e suas vertentes", aonde tem-se uma princesa no topo de um castelo, um dragão e um músico para resgatá-la (se ainda não viu, segue aí o link http://capinaremos.com/2009/05/o-rock-e-suas-vertentes/ ), algum inútil criou uma lista mostrando o que os representantes de cada estilo bebem.
Aí vai:

Rock n’ Roll: Pede qualquer coisa com alcool. Bebe até morrer sufocado no próprio vômito.

Heavy Metal: Cerveja. Bebe demais e se mantém firme.

Thrash Metal: Pede gasolina.

Power Metal: Pede uma poção mágica.

Viking Metal: Pede hidromel. Fica extremamente bêbado, mas não cai.

Black Metal: Pede sangue de uma virgem.

White Metal: Pede água benta. Afinal, álcool é pecado.

Grunge: Pede Veneno. Não é atendido e decide comprar uma arma.

Rock Progressivo: Pede uma batida. Bebe pouco.

Metal Progressivo: Pede uma batida com tudo que tem direito. Pede várias esperando uma que chegue à perfeição. Fica bêbado e se torna um chato.

Hard Rock: Pede Jack Daniels. Fica bêbado e sai jogando TVs pelas janelas de hotéis.

Gothic Rock: Pede uma taça de vinho e diz que pensa em se matar.

Gothic Metal: Pede uma garrafa de vinho e logo depois se mata.

Doom Metal: Acha o vinho ruim e se mata.

Hardcore: Pede uma smirnoff ice ou qualquer coisa fraca para dizer que bebe.

Punk Rock: Pede uma cachaça barata, para não alimentar o sistema.

Glam Rock: Pede qualquer coisa colorida e brilhante.

New Metal: Pede a bebida mais forte querendo dar uma de bonzão e cai no primeiro gole

Indie Rock: Pede um refrigerante.

New Wave: Pede água.

Emo: Não sabe o que escolher e começa a chorar.



Fonte: Vitão
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Brinde: http://www.youtube.com/watch?v=-izdOUCP7xQ&feature=channel_page



Reflitam.

Endgame (Megadeth) vs. Death Magnetic (Metallica)

Como nós, pessoas cool, sabemos, Megadeth e Metallica são bandas rivais. Na verdade, compõem a maior rivalidade do mundo do metal. Então, aproveitando o fato de ambas as bandas terem álbuns recentes, a comparação é inevitável.


Endgame

Endgame foi o último CD lançado pelo Megadeth, que chegou às lojas esses dias. Pela empolgação de Dave Mustaine, o frontman da banda (e o único integrante original. Com o tempo, ele foi reciclando os outros), eu esperava, sei lá, um novo Rust in Peace, que, como citado no post anterior, eu considero o melhor CD de heavy metal da história. Não foi muito bem o que aconteceu.


Apesar de alguns críticos não terem gostado muito do CD, ele entrou no top da Billboard em vários países. Os números são os seguintes:

Canadá: #4
EUA: #9
Austrália: #11
Alemanha: #21
Reino Unido: #24
Itália: #26
Irlanda: #27

Fonte: megadethbrasil.com

Minha opinião sobre o CD é positiva. Saindo de uma época de trevas, o Megadeth fez bem em lançar um álbum novo com uma pegada mais old school. Foi fácil perceber que sem Marty Friedman, o deus da guitarra, o nível dos riffs de guitarra diminuiu bastante, dando lugar apenas às fritações do Dave Mustaine. Confesso que eu botava fé no Chris Broderick, vi como o cara tocava bem os solos dos outros, e pensei que ele seria tão genial quanto o Friedman. Errei aí, ó. Não que o Broderick seja mau guitarrista, ele toca muito bem, mas não consegue fazer solos no nível de complexidade dos solos do Friedman. A bateria, em geral, ficou legal. O baixo... Bem... Enfim...


O vocal do Mustaine ainda continua aquela coisa feia, não mudou em relação aos últimos CDs, mas, por outro lado, ele tem cantado menos mal ultimamente. Até mesmo ao vivo, pasmem. Algo que me deixou feliz foi a presença de uma música instrumental, a primeira faixa do CD, “Dialetic Chaos”, que eu, pessoalmente gostei bastante, tanto pelo fato de ser instrumental, quanto pelo fato de ter sido bem feita.

Conclusão: Endgame é um ótimo CD. Não é um clássico, como Rust in Peace ou Cryptic Writings, mas, mesmo assim, vale a pena comprar.

Death Magnetic

Death Magnetic foi o último CD do Metallica, lançado em outubro do ano passado, que, semelhante ao Endgame, levou sua banda de volta ao topo depois de tempos de trevas. Minha primeira impressão, ao ver as demos que vazaram, foi que o CD seria FÓDA. Eu, como fã de Metallica que sou, decidi que iria comprá-lo, e, uma semana antes, o CD vazou na internet, meus amigos baixaram e eu esperei ansioso (quase matando-os pelos spoilers que soltavam). O resultado foi infinitamente recompensador. Ouvi o CD praticamente inteiro (não gostei da última faixa, “My Apocalypse”) duas vezes seguidas, e até hoje ainda penso “CARALHO, QUEFODA” quando ouço. O motivo é simples: as músicas ficaram geniais. Você pode não concordar comigo, mas eu ignoro sua opinião, ainda vou achar as músicas geniais.


A evolução da banda do St. Anger para o Death Magnetic foi notável. St. Anger foi um desastre de vendas, nem os fãs mais hardcore da banda gostaram. Nem os membros da banda gostaram. Já o Death Magnetic causava sensações no público desde a época de gravação, com o lançamento antecipado das músicas “Cyanide” (na minha opinião, a melhor do CD) e “The Day that Never Comes”. Não é um álbum inspirado no Metallica old school, mas mesmo assim voltou a atrair os fãs antigos da banda. Claro que algumas pessoas não gostaram, afinal, sempre tem um sem graça pra não gostar das coisas, mas enfim, tire suas próprias conclusões.


Em termos técnicos, Death Magnetic é um CD muito mais bem feito que seus últimos antecessores (Black Album, Load, Reload, Garage Inc. e St. Anger), voltando a ter partes instrumentais complexas, solos ruins característicos do Kirk Hammett, bases geniais do James Hetfield, Lars Ulrich finalmente tendo aprendido a tocar bateria igual gente, e Rob Trujillo, mostrando ser um bom baixista, after all.


Conclusão: Death Magnetic é um dos melhores álbuns já lançados pelo Metallica, e vale ser comprado sem pensar duas vezes.


Considerações finais: Death Magnetic wins.

Estréia // Considerações sobre os anos 90

"HELLOOOOO, NURSE!"

É com essa frase memorável que eu estréio essa tosqueira inútil. Caso você seja uma pessoa sem infância e não se lembre do que se trata, é um dos bordões mais repetidos ao longo do melhor desenho de todos: Animaniacs. E não adianta insistir, Animaniacs É o melhor desenho de todos, porque consegue muito bem combinar a intenção de fazer algo que as crianças gostassem, só que cheio de temáticas adultas (é bom observar que muitas das piadas que, em inglês, eram geniais e tinham pelo menos um quádruplo sentido, perderam sua graça com a dublagem em português). Eu, quando era criança, já adorava o desenho, mesmo não fazendo a mínima idéia da existência dos duplos sentidos e não entendendo as referências a outros filmes e atores (que, por sinal, são muitas), e agora, revendo os episódios, percebi que o desenho era bem melhor do que eu já achava. Enfim, assistam a Animaniacs, mesmo se já tiverem assistido, mortais.

Animaniacs foi um desenho que passou durante os anos 90 praticamente inteiros, e marcou-os da melhor forma possível. However, não foi só Animaniacs que marcou os anos 90, é bom citar outros fatos históricos: Um Maluco no Pedaço, o CD Rust in Peace do Megadeth (na minha opinião sincera de metaleiro, o melhor CD já lançado), o Cowboys from Hell do Pantera, Clube da Luta, Matrix, as HQs Preacher e Hellblazer, Metal Gear Solid, e, claro, a popularização da merda da internet (falo mal mesmo).

However [2], os anos 90 não são só fatos históricos cool. Tem os uncool também como a decadência do Metallica (acompanhada pela época de ouro do Megadeth, rs), a decadência do humor na televisão brasileira (Zorra Total e A Praça é Nossa que o digam. Sai de Baixo não devia ter acabado) e o começo da transformação da sociedade na coisa gay que é hoje em dia. Estilos musicais como o pagode e o sertanejo começaram a ditar as tendências, dizendo que pintar o cabelo de amarelo e cantar sobre amor não correspondido é legal, da mesma forma que a rebeldia e o bom gosto musical dos anos 80 foi desaparecendo.

Conclusão: A primeira metade dos anos 90 foi bem rox. Já a segunda... ‘-‘