R.: [Risco]Deus [/Risco] Goldeen.


Reflitam.
Ah, salve pro Zé que me mandou issaqui.
![]() Wikimedia Foundation Sadam Hussein usaria chips do PlayStation2 para um sistema de mísseis teleguiados |
Os consoles do videogame eram, afinal de contas, brinquedo de criança em sua essência, por isso, onde estava o perigo? Mas mais adiante dos relatórios sobre o estoque de PS2 (e com frequência nas manchetes) estava uma ideia mais alarmante - a de que Sadam valorizava os consoles por causa do seu chip. O medo de que o líder iraquiano tivesse encontrado uma falha no embargo e estava planejando juntar de 10 a 20 consoles para criar um supercomputador poderoso o suficiente para sistemas de mísseis teleguiados cresceu [fonte: ZDNet].
A realidade minou essa preocupação quase tão rápido quanto ela surgiu. Tecnicamente, uma pessoa pode conectar uma série de PS2 e usar seus processadores de 128-bit em conjunto, mas isso exigiria um software exclusivo que o Iraque levaria anos para desenvolver. Em outras palavras, o rumor era puro mito."
Fonte: HowStuffWorks
Reflitam.
![]() © Scott Dunlap / iStockphoto Meninas jogam videogame tanto quanto meninos |
A percepção do público do videogame como um passatempo quase restrito aos meninos ainda permanece; a relativa falta de popularidade até dos títulos femininos mais óbvios suporta essa noção. Mas o dado de que "Metal Gear Solid" vende muito mais do que os títulos da Barbie para PlayStation significa que as meninas não jogam videogames? De maneira nenhuma.
Na verdade, de janeiro a agosto de 2008, mulheres entre 18 e 45 anos apareceram em segundo lugar como os maiores gastadores na indústria de videogames, perdendo por muito pouco para homens da mesma faixa etária - 37% x 38% [fonte:Lee]."
Fonte: HowStuffWorks
Reflitam.
Dylan Klebold e Eric Harris, os dois adolescentes responsáveis pelo massacre da escola Columbine, em Littleton, no Colorado, em 1999, eram jogadores fervorosos de "Doom". O alemão de 17 anos Tim Kretschmer matou 15 pessoas uma década depois com movimentos que ele roubou do jogo "Counter Strike". Quando jovens se engajam em comportamento violento, os videogames brutais que eles jogaram antes de cometer seus crimes são geralmente citados como razões para suas tendências homicidas. A lógica simplesmente flui: videogames violentos fazem crianças violentas.
Essa ideia se mantém como sabedoria convencional, embora alguns estudos sobre crianças e videogames agressivos mostram evidências contrárias. Um estudo de 2005 com pessoas entre 14 e 68 anos que jogaram 56 horas do MMRPG "Asheron's Call 2" em um mês não revelou nenhuma mudança de comportamento agressivo entre os jogadores depois do jogo. Nem os pesquisadores descobriram um aumento da agressividade entre os jogadores quando comparado ao grupo de controle que não jogou [fonte: PhysOrg].
Outros estudos chegaram a diferentes conclusões, embora alguns psicólogos acreditem que muitos estudos conectando a violência do mundo real aos videogames sejam preconceituosos [fonte: Kierkegaard]. Mas nada faz mais para questionar a noção de que o videogame aumenta a violência na vida real do que estatísticas de crimes. Enquanto os videogames continuam a vender - as vendas subiram de US$ 5,5 bilhões para US$ 9,5 bilhões de 1999 a 2007 - crimes violentos entre os jovens na verdade declinaram. Em 1999, 1.763 pessoas com menos de 18 anos foram presas por homicídio nos EUA; em 2007, esse grupo etário contabilizou 1.063 assassinatos [fonte: Safe Youth, FBI]."
Fonte: HowStuffWorks
Reflitam.
Os serviços de emergência foram chamados em Nápoles no fim de semana por pessoas que se queixaram de palpitações e ansiedade depois de assistirem ao filme, a história quase sem sangue de um casal jovem que tenta captar provas em vídeo de uma presença sobrenatural em sua casa"
Fonte: UOL Tablóide
Quero ver a hora que esse povo vai começar a se queixar por ter crises de riso vendo filmes de comédia...

“Pensamos que não se deveria vender pílulas de açúcar a pessoas que estão doentes. A homeopatia nunca funciona melhor que um placebo. Os remédios são tão diluídos que não há nada neles”, declarou Michael Marshall, da Sociedade de Céticos de Merseyside. E nestas declarações, Marshall estava incrivelmente apenas repetindo as declarações de quem vende tais produtos e mesmo daqueles que os receitam. Explica-se.
Um dos principais alvos da campanha 10:23 foi a cadeia de farmácias “Boots”, que oferece produtos homeopáticos em suas prateleiras lado a lado com remédios que realmente possuem algum efeito. O mais impressionante é que há meses o principal responsável pela rede de farmácias, Paul Bennett, já havia admitido que os produtos são vendidos porque são populares, e não porque sejam efetivos no tratamento de qualquer doença.
Em resposta ao protesto cético contra a venda de produtos inócuos a consumidores incautos, mesmo o Conselho de Homeopatas da Nova Zelândia já foi forçado a reconhecer que seus produtos não contêm “substâncias materiais”. A porta-voz do conselho, Mary Glaisyer, admitiu publicamente que “não resta nenhuma molécula da substância original”. É reconhecidamente apenas água ou açúcar. Vale repetir, como Bennett reconheceu, sem nenhum efeito comprovado."
Um salve pro Vitão, por ter mandado a matéria.
Brinde:
Reflitam.
Valleys Of Neptune é o mais ‘novo’ álbum de Jimi Hendrix, a ser lançado no dia 8 de março!
Trata-se de material de estúdio inédito (12 faixas), registrado entre os anos de 1968 e 1970. Eddie Kramer esteve envolvido com a produção do álbum, que terá o seguinte tracklist:
‘Stone Free’
‘Valleys Of Neptune’
‘Bleeding Heart’
‘Hear My Train A Comin’’
‘Mr. Bad Luck’
‘Sunshine Of Your Love’
‘Lover Man’
‘Ships Passing Through The Night’
‘Fire’
‘Red House’
‘Lullaby For The Summer’
‘Crying Blue Rain’
Lembrando que sons mais manjados como ‘Fire’, ‘Redhouse’, ‘Hear My Train A Comin’ e ‘Stone Free’ pintam em versões diferentes…
Aproveitando, Hendrix é capa da edição mais recente da revista inglesa UNCUT.
Salve Jimi!
Fonte: http://poeirablog.wordpress.com/2010/01/12/valleys-of-neptune-o-novo-disco-de-hendrix/
Reflitam. E se for mentira ou calúnia, calúnia ou mentira e coisa de malandro, a culpa não é minha.